…que serão completados amanhã, resgato um post meu, de 2007, neste mesmo blog e ocultado por vontade própria:
“(…)E enquanto isso, as coisas vão acontecendo à minha frente e eu vou interagindo com elas de acordo com a minha necessidade e interesse. O cotidiano, o corre-corre, o corriqueiro, o afogamento voluntário no trabalho. O silêncio alheio. As pessoas que vêm à minha direção e andam ao meu lado, a cerveja gelada no final do dia. A embriaguez de antes de dormir. E antes disso, voltar pra casa cambaleando, abraçada às companhias, cantarolando nossos sambas, compartilhando o pop sueco ou simplesmente dividindo o silêncio inteligível que chega anunciando o enterro da noitada. É o que me fortalece. É o que tem construído, dia após dia, o que tenho me tornado.(…)”
Constato que, aos 24 anos, eu era uma menina cinza, muito cinza, e me lembro bem do porquê dessa ausência de cor. A minha dica para mim mesma, aos meus 24 anos, é que, ser o que a gente é, ou o que queremos ser, só depende de nós mesmos. Assim como dar murro em ponta de faca. Em 2007, não sei como não perdi as mãos esmurrando-as.
Eu não gosto de me lembrar de 2007. Me incomoda, apesar de ter sido um ano onde encontrei gente importante pra minha vida. Sei que tudo o que aconteceu só me fez mais forte. E cá estou, com quase 30, me sentindo alguém mais leve, mais preparada, cercada de pessoas especiais e muito mais colorida.
Venha, 10 de fevereiro! Já estou preparada para pular no seu colo.
Que bom que apresenta-se multicolorida, combina mais com você. ; )
Nada como um dia após o outro, não é mesmo?
=)
Feliz aniversário (atrasado, mas de coração!)
Na verdade nós não planejamos nossas mudanças ao longo do tempo. Elas simplesmente acontecem. E no momento que tem que acontecer. E as vezes contra nossa vontade. Cabe a nós aceitarmos e nos adaptarmos a elas. Eu confesso que estou perdido no meio das minhas.
Beijos!