Bebendo a Brisa

No final de semana errei feio, errei rude, como dizem por aí. Fui ao aniversário do meu amigo com uma dorzinha de cabeça e tomei um Advil. Fiquei somente na água. Porém, ao final da noite, duas amigas minhas apareceram, e eu, empolgada, esqueci do remédio e decidi tomar um drink com elas, no Ramona. Pedi o Brisa, com vodka e pêra.

Ao primeiro gole, o choque: fazia muito pouco tempo que eu tinha tomado o remédio. Em breve a mistura iria bater. E quando bateu, fiquei extremamente sonolenta, de modo que minhas amigas me mandaram pra casa.

Paguei a conta e entrei num táxi. Dei o endereço, o trajeto começou e logo estávamos debaixo do Elevado. Eu pescava e acordava incessantemente. Numa das acordadas, li a placa da rua: Amaral Gurgel.

amaral

Logo pensei que, se eu tivesse um cachorro dachshund, ele poderia se chamar Amaral Gurgel. Seria um nome de respeito para o portentoso, respeitável e não tão religioso assim salsichinha.

Posto isso, antes que o Amaral Gurgel venha a existir na minha vida, já peço de antemão desculpas aos meus amigos com esses nomes, ok?

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