Instafanclub

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Motivos que farão meu dia ser pra lá de bom: abrir o Instagram e descobrir que o Norman Blake do Teenage Fanclub começou a me seguir <3

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Balzaca

Trintei. Tem uns quatro dias, já.

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Com 6 aninhos :}

Se é a idade do sucesso, não sei e estou sem pressa de saber. Estou me bastando, e é isso aí.

E o que espero dos trinta anos? Leveza, sempre.

Menos problemas, menos dor de cabeça, menos picuinha, menos mimimi. Não só da minha parte como também das pessoas que me cercam.

Quero todo mundo que amo sempre próximo de mim. Que continuem não se importando com imagem, que continuem ávidos por conhecimento, que continuem agregando.

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E na cervejada, teve a Nyne imitando a Samara Morgan, alguns dos meus amigos, namorado, irmão & Led Zeppelin e o meu bolo surpresa de Gummy Bears ♥

Desejo arriscar mais, acertar mais, ser cada vez mais eu mesma.

Eu sei que sou essencialmente mais uma “garotinha anos 90”, mas escolho a Thalma pra sonorizar o meu primeiro post balzaquiano:

“Que passe por mim a maldade, a mentira e a falta de crença
Que passe por mim olho grande
Que passe por mim a má sorte
Que passe por mim a inveja, a discórdia e a ignorância”

:)

Mais uma tietagem

Quando eu tenho a oportunidade de chegar perto de algum artista que admiro, não me faço de rogada não (vide ano passado, com repeteco também em agosto, aqui, aqui e aqui, porque eu sou cara de pau sim). É que eu fico meio embasbacada, poxa! Não é que eu seja daquelas tietes alucinadas, mas é que eu realmente gosto de chegar perto do artista em questão para, minimamente, agradecer por ele fazer uma obra que me toque tanto.

Eu não sou aficcionada por atores, globais ou não. Gosto especificamente de músicos e cartunistas (venha Liniers quantas vezes vier a São Paulo, que eu vou dar um jeito de pegar um autógrafo – quem sabe ele não autografa todos os meus Macanudos? :D)

E foi isso o que eu disse pro Ben Kweller, semana passada, no Sesc Vila Mariana: thank you so much!

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Ben, eu e meu vinil autografado <3

Bacana é quando o cara dá abertura. Não quer dizer que ele vá se fazer de íntimo, mas acho bacana esses artistas que dão importância para a troca com seus fãs. E o Ben estava vendendo seu próprio merchandising antes e depois do show. Claro, sempre conversando minimamente e sendo simpático com quem chegava perto.

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Fernando-Morzão, eu, Ben, Karen, Felipe, Lie e Vini

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E a última, eu, Ben e Karen, que juntas sempre curtimos o som dele

No fim, só me resta repetir: thank you so much, Ben! Tanto pelo show incrível quanto pela gente-bonice ;)

InstaPobre

Pronto, mudei de aparelho de celular. Confesso que eu queria muito um iPhone (#prontofalei), mas não sou louca de gastar tudo o que ele vale. Prefiro guardar a soma toda e economizar pra trocar meu MacBook. E por fim, acabei levando um Samsung Galaxy, que é o que dava pra pagar. Estou bem satisfeita com a nova aquisição e que se lasque o fato de eu não ter pego o Galaxy II no lugar!

Preciso afirmar que gostei bastante do sistema Android e que no momento, eu sou a louca dos aplicativos – já instalei app pra me lembrar de tomar água, pra controlar minha menstruação e tenho até um sabre de luz que faz “uóóón”, veja só, padawan.

Mas é claro que o hype do momento no mundo dos apps é o Instagram, aquele aplicativo por onde o seu amigo hype posta no Facebook fotos que parecem envelhecidas. Não tem pra Android, mas como eu sou pobre de espírito e também quero me descolar, me divirto pacas com o Pixlr-O-Matic e o Pudding Camera. Gente, virei fotógrafa! Olha só como eu também consigo pegar o Bezzi e ser a hype do Android:

Você pode super me encontrar de terça a sexta na Augusta fotografando, porque assim, registrar o movimento urbano é muito a minha vibe #NOT

Foto

Esta é uma foto para lembrar deste momento, da luz batendo no meu rosto e do parecer de todas as coisas hoje.

Posso ver algumas marcas de expressão se formando no meu rosto, a 4 meses do meu aniversário de 29 anos. Através da pele, posso ver todos os meus sentimentos, o cheiro do meu cabelo, posso entender o que foi aquele agora.

Consiguirei ouvir The National, que tocava enquanto a foto foi feita. Poderei me lembrar que depois fui ver meus amigos, de toda a minha curiosidade, interesse e fome de viver.

Eu vou me lembrar de quem me influenciou no momento, lembrarei da delicadeza e da necessidade de uns e do desprezo que sinto por outros. Lembrarei da saudade que sinto e do quanto isso tem me influenciado. E do que planejo para amanhã.

Também me lembrarei da camiseta que estou usando nela, que visto há dez anos com a mesma finalidade: dormir.

Sentirei o cheiro do gnocchi que minha mãe prepara na cozinha. Ouço o cachorro andando no quintal e de como fixei o olhar nas minhas unhas: elas estão bonitas.

Tanta coisa.

Tanta que, no final, esta é uma foto igual a todas as outras.

Tanta que, daqui a alguns minutos, nada mais será igual.