Do que nos distancia

É que os tempos são diferentes. Não é culpa de ninguém. Também é só aprender a lidar com o fato de que não dá pra lanchar com o mesmo amiguinho em todo santo recreio. Não depois do primário, ao menos.

Veio o fim de uma era, veio gente nova, a gente se relaciona por aí porque gosta de trocar. Veio tudo novo pra cada um, e cada um teve de lidar com isso.

Apenas não dá pra ficar cobrando, dá pra entender e ao menos eu não estou brava. Não tem motivo, né?

Espero que, na sua nova vida, você se rodeie de pessoas que realmente te agreguem alguma coisa. Mas que você não perca sua essência. Que você faça o que realmente tenha algum sentido pessoal, e que não siga simplesmente a turba.

Enquanto isso, eu aprendo a levar as coisas de forma mais leve (veja bem, não é resignação). Mas que a gente não se esqueça que o velho também pode fazer parte do novo. É como exibir as cicatrizes de uma guerra passada, sabe?

Uma para a esquerda, a outra para a direita, mas não solte a mão.

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Mindfuck do amor da semana

The anti-preneur manifesto

I don’t want to be a designer, a marketer, an illustrator, a brander, a social media consultant, a multi-platform guru, an interface wizard, a writer of copy, a technological assistant, an applicator, an aesthetic king, a notable user, a profit-maximizer, a bottom-line analyzer, a meme generator, a hit tracker, a re-poster, a sponsored blogger, a starred commentator, an online retailer, a viral relayer, a handle, a font or a page. I don’t want to be linked in, tuned in, ‘liked’, incorporated, listed or programmed. 
I don’t want to be a brand, a representative, an ambassador, a bestseller or a chart-topper. I don’t want to be a human resource or part of your human capital.

I don’t want to be an entrepreneur of myself.

Don’t listen to the founders, the employers, the newspapers, the pundits, the editors, the forecasters, the researchers, the branders, the career counselors, the prime minister, the job market, Michel Foucault or your haughty brother in finance – there’s something else!

I want to be a lover, a teacher, a wanderer, an assembler of words, a sculptor of immaterial, a maker of instruments, a Socratic philosopherπ and an erratic muse. I want to be a community center, a piece of art, a wonky cursive script and an old-growth tree! I want to be a disrupter, a creator, an apocalyptic visionary, a master of reconfiguration, 
a hypocritical parent, an illegal download and a choose-your-own-adventure! I want to be a renegade agitator! 
A licker of ice cream! An organizer of mischief! A released charge! A double jump on the trampoline! A wayward youth! A volunteer! A partner.

I want to be a curator of myself, an anti-preneur, a person.

Unlimited availabilities. No followers required. Only friends.

— Danielle Leduc

 

Vi aqui, e foi uma dica excelente da querida Helô Campos :)